Todo dentista que hoje coloca implantes já esteve do outro lado: sabendo a teoria, curioso, mas sem saber por onde começar. Talvez você esteja na faculdade e a implantodontia ainda pareça distante. Ou talvez já atenda e, quando o paciente pergunta “Doutor, o senhor faz implante?”, a resposta ainda seja “Vou te indicar um colega”.
Se você se reconhece em uma dessas cenas, este texto é para você.
O problema não é falta de conhecimento
Em mais de 30 anos de implantodontia, vi muitos colegas competentes travarem diante do primeiro caso. Quase nunca por falta de estudo. O que falta costuma ser outra coisa: um protocolo fixo para seguir, critério para escolher o paciente certo e a segurança de saber o que fazer se algo sair do previsto.
Aula te dá informação. O que tira você da teoria é método, e alguém experiente mostrando como esse método funciona na prática.
Quanto antes, melhor
Para o estudante, conhecer cedo a lógica da implantodontia muda a forma de enxergar a clínica: você passa a planejar pensando no resultado final, e não só no procedimento do dia. Para o dentista que já atende, cada implante encaminhado leva junto a prótese, a manutenção e, muitas vezes, a confiança da família inteira.
Em qualquer dos dois casos, começar com base sólida evita anos de insegurança depois.
Por onde começar com segurança
O primeiro implante não deve ser um desafio. Ele deve ser um caso unitário, de baixa complexidade, bem selecionado e bem planejado. Para chegar lá, você precisa dominar quatro coisas:
- Selecionar o caso certo — osso suficiente, sem infecção ativa, espaço protético adequado e paciente colaborativo.
- Ler a tomografia com foco — no que realmente decide posição, diâmetro e comprimento do implante.
- Planejar a partir da prótese — o implante vai onde o dente precisa estar, e o guia cirúrgico nasce da oclusão do paciente.
- Saber quando não fazer — reconhecer o caso que precisa de enxerto ou de outro profissional não é fracasso, é segurança.
A Imersão Meu Primeiro Implante
Foi pensando nesse começo que criei a Imersão Meu Primeiro Implante, a porta de entrada do Método CFJ de Cirurgia Guiada.
São 8 horas, em um único sábado, com metodologia teórico-prática: da biologia da osseointegração à técnica cirúrgica, passando por anatomia, planejamento radiográfico, preparo da sala cirúrgica, planejamento protético, pré, trans e pós-operatório, prescrição e noções de enxerto e RTG.
A turma tem apenas 6 vagas. É a única forma de responder cada dúvida com calma e olhar de perto o raciocínio de cada aluno. Ao final, você terá capacidade de colocar um implante unitário de baixa complexidade e sai com material de apoio para usar na clínica.
Data: sábado, 21 de novembro de 2026
Horário: 9h00 às 12h30 e 14h00 às 18h30
Local: Av. Almirante Cochrane, 194, cj. 112 — Santos-SP
Vagas: 6
Investimento: R$ 330 (em até 12x pelo Sympla)
E depois da imersão?
Para quem já atende, os alunos têm condição exclusiva na Mentoria Autonomia: planejamos juntos 3 casos reais da sua base de pacientes e eu acompanho a sua cirurgia, no seu consultório, ao seu lado. Para quem ainda está na faculdade, a imersão garante prioridade de vaga na mentoria quando você começar a atender.
O primeiro implante é o mais difícil. Ele não precisa ser feito sozinho.
Dr. Cleber Ferreira Jr. — CROSP 47.781 — Método CFJ de Cirurgia Guiada